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Snowtrip Colorado 2007O SnowAdventures esteve no Colorado em Janeiro de 2007 visitando Vail, Breckenridge, Beaver Creek e Keystone. A snowtrip foi formada por 3 snowboarders - Johnny, Marco (Pípou) e Leonardo - e 2 esquiadores - Paulo e Wanderley. Acompanhe aqui o dia-a-dia dessa viagem. Vídeos e Fotos
Quarta-feira, 17 de Janeiro de 2007PreparativosÉ isso aí, faltando apenas 3 dias para a viagem, a previsão é de neve por lá até sexta-feira. A expectativa é grande. Nosso hotel, o Great Divide Lodge, é muito bem localizado e fica bem na base do Peak 9. Como eles dizem, "a spit distance to the lifts" - distância de um cuspe dos lifts. Agora é terminar de arrumar as malas. A gente se fala de Breck! Sábado, 20 de Janeiro de 20071º dia: ChegadaTudo transcorreu bem na viagem. Fizemos a imigração em Miami e pegamos uma conexão para Eagle. O Jonny fez um trajeto diferente, por Denver, porque ele vai ficar mais tempo e não conseguiu furar o bloqueio dos pacotes das operadoras.
O pouso dá até medo: a aproximaçao entre as montanhas lembra a viagem de Chapelco. No aeroporto mesmo, alugamos um carro, um Ford Explorer 4x4, branco, banco de couro caramelo, muito maneiro. Achamos que seria mais seguro, afinal de contas, eu também iria dirigir. A viagem entre o aeroporto e hotel é muito bacana. Você passa por diversas estações à margem da rodovia estadual 70, sentido leste. E lá estão, a nossa direita, Beaver Creack, Vail, Copper Montain. Muito legal. Chegamos no hotel lá pelas 13:30, e por concidência o Jonny estava acabando de descer do seu transfer, triste da vida, porque tinham sumido com a sua prancha na conexão de Dallas. Ficamos naquele chove-não-molha até umas 16:00: liga para a América Airlines para saber da prancha extraviada, aluga equipamento, fazer o check in no hotel. O hotel, o Great Divide Lodge, a propósito, é muito bom. Os quartos tem aproximadamente uns 40 metros quadrados, e não estou exagerando. Tem lugar para duas camas de casal e um sofá cama, armário, suite e sobra espaço. Não temos que tropeçar nas malas, bater nas quinas das camas, etc. Além disso, tem tv a cabo, nintendo (ou algo do gênero, já que não entendo desses jogos eletrônicos). No térreo, tem internet free, fliperama, hot tub (canjão), piscina, spa (para quem consegue malhar depois de um dia de esqui...). E garagem coberta para os carros. O mais legal, porém, é que ele está a poucos passos do lift de acesso ao Pico 9 (Breckenridge é composta pelos picos 7, 8, 9 e 10). Finalmente estamos prontos para esquiar. Breckenridge já encerrou, então aproveitamos para ir para Keystone, experimentar o esqui noturno (de quarta a domingo). A secura falou mais alto, porque encaramos 12 horas de avião, uma de carro, 5 horas de fuso horário, 2.200 metros de altitude, fome, e ainda tivemos que pegar o carro e dirigir 30 minutos até Keystone. E olha que o Leo estava viajando ainda há mais tempo, porque ele veio de Brasília. Chegamos no pico. No começo, eu estava apreensivo. Esquiar de noite... isso deve ser coisa de maluco. Realmente a visibilidade nao é lá grandes coisas. Cheguei andar mais de uma hora sem google, porque o meu é espelhado e deixa tudo mais escuro. O que foi uma pena, porque eu tenho um Carrera velho de guerra, de lente amarela, que seria perfeito, mas ficou em Niterói. Depois tive que me render ao goggle, porque os olhos estavam ardendo por causa do vento gelado de -10 a -15ºC (frio para cacete). Esquiar de noite nao é tão complicado, porque só uma pequena parte das pistas, de verdes e azuis, fica aberta e iluminada por refletores. Não estamos falando daquela descida com tochas de Valle Nevado, embora deva ser legal, mas de uma super estrutura lojística. Além disso, não vemos principiantes nas pistas. Sabe como é, dá um medinho. Keystone é incrível. São dezenas de holofotes. Bons meios de elevação. Boa sinalização. Show de bola. Que estrutura. Os comentários que idolatram Vail não deveriam diminuir a qualidade das outras estações próximas. Já eram quase 21:00. Eu estava morto. Mesmo antes de sair do hotel, eu estava sentindo a altitude. Depois de quatro horas esquiando, eu estava faminto. E congelado. Na base da montanha estava marcando -10º C. Lá em cima, devia estar pelo menos -15º C. E ainda tinha o vento gerado pelo movimento. O nariz parecia querer quebrar. Para complicar, começou a nevar. Mal paramos para tomar uma cerveja, para recompor as energias. Fui dirigindo na volta para o hotel, muito devegar, com medo de derrapar e detonar a viagem logo no primeiro dia: demoramos quase uma hora. Chegando ao hotel, mal consegui jantar. Só desci para comer porque eu estava com muita dor de cabeça. Quando percebia, estava cochilando com o garfo na boca. Dormimos como anjos. E olha que o meu travesseiro era alto, o que me provoca graves dores no pescoço. Sorte minha e do Leo que o João não roncou. O mesmo não posso dizer do Wanderlei, porque o Paulo não perdoa.... rsrsrs. Domingo, 21 de Janeiro de 20072º dia: BreckenridgeHoje decidimos ficar em Breckenridge. Andamos o dia inteiro sem parar, das 10 às 5 da tarde. Segunda-feira, 22 de Janeiro de 20073º dia: EsquinaVail![]() O título é uma brincadeira que só alguns colegas vão entender. É que nós temos um grupo chamado esquinaveia... e não resisti ao trocadilho com o esqui em Vail. Para ir à Vail, que fica a uns 60 km daqui, acordamos cedo e partimos de carro. Dessa vez eu fui dirigindo, para desespero da galera. Chegando lá, optamos por iniciar os trabalhos a partir de Vail Village. Vail é enorme. Para ir de uma base para outra, é preciso pegar ônibus. Como consequência de iniciar desse ponto, só conseguimos dar uma olhadinha em metade da montanha, a da esquerda, mas sem chegar perto de exaurir todas as pistas. Ficamos devendo mais uma visita, iniciando pela base de Lionshead. Acontece que Vail tem a face da frente, que é enorme, a face de trás dessa primeira montanha, que são os conhecidos back bowls e a face da frente de uma segunda montanha, a Blue Sky Basin . Pelo menos foi o que eu entendi, mas não dá para ter certeza. Consegui me fazer entender? Não vou perder tempo aqui falando sobre Vail. O lugar é tão grande, com tantos lifitings, tantas pistas, que seria melhor escrever um guia e publicar na Folha. Andamos muito. Apesar da estação abrir às 8:30 e fechar às 16:00, e ainda que aluguns lifts encerrem às 14:30 para que ninguém fique preso nos confins da montanha, os meios de elevação são rápidos e não quase pegamos filas. Só demos uma paradinha de 10 minutinhos para um xixi e para comer um biscoito. Ontem o dia estava nublado e não pudemos nos exibir para as câmeras, mas hoje o dia estava lindo, com muito sol, e os fotógrafos e cineastas de plantão aproveitaram para trabalhar. Houve mesmo um registro cinematográfico de uma colisão entre mim e o Johnny, mas por culpa deste, embore ele negue. Dá para ganhar umas cem pratas na vídeo-cassetada do Faustão. Grata surpresa foi ver o Paulo e o Wander mandando para baixo com a galera. Eu também fiquei satisfeito de estar conseguindo acompanhar o Johnny e o Leo, que são mais rápidos e experientes. A pista que eu mais gostei foi a Northwoods, uma azulzinha com cara de vermelha sensacional e rápida: quando eu me dava conta, já estava numa lenha danada, tendo que dar uma travada para não acabar fazendo bobagem. Nem parecia o retardatário da Italianos de Chapelco. Mas falta uma vala maneira, como a de Chapelco, depois da canedon, a La Garganta, de Bariloche ou aquela fenda de Pucón, no pico da esquerda de quem olha para o vulcão. Os bowl daqui são enormes e difusos. Até tem umas valas pequenas, mas em uma delas sequer havia neve suficiente para uma brincadeira. Não aconselho arriscar um passeio no bosque, porque você vai encontrar muitos bumps para você se desequilibrar e se arrebentar em uma árvore, o que acabei descobrindo, graças a pilha de dois sujeitos que não prezam pela integridade física. Coitado do Paulo, que literalmente deu com a cara no chão. De volta ao bowl, eu acabei encalhado um powderzão, porque não peguei embalo suficiente numa descida um pouco íngreme (cullo cerrado) e só sai graças aos meus ensinamentos da caserna: rastejando! E por falar em powder, até agora nada. Acho que deve estar precisando nevar, mas os caras aqui são profissionais. Eles passam as máquinas e as pistas ficam excelentes, mesmo com pouca neve. É o que chamam de groomed. Depois, cansados e famintos, ainda arrumamos disposição para ir a um outlet perto de Frisco. Mas essa é outra história. Inté Só pra esclarecerDepois do super completo relato do Pípou não tenho muito a acrescentar, apenas esclarecer que o tal choque não foi culpa minha. Já pedimos o tira-teima do vídeo, que será analisado por uma comissão multidisciplinar. Terça-feira, 23 de Janeiro de 20074º dia: BreckPassamos o dia em Breck, o tempo estava fantástico. Depois da neve de domingo o tempo abriu e agora todos os dias têm sido de sol, sem nenhuma nuvem no céu. Até amanhã!
Breckenridge totalNo domingo, andamos em Breck, mas apenas nos picos 9 e 8, sem ir até o topo, porque estava muito nublado e a visibilidade era pouca. Era o primeiro dia de esqui, já que no sábado andamos em Keystone à noite. Na terça, como já estávamos mais espertos, corremos a montanha inteira: os quatro picos. O dia estava ensolarado, bom para umas fotografias. Aquecemos no pico 9 e em seguida fomos para o pico 8 para cumprir uma etapa indisensável: ir até o topo, que está a praticamente 4000m, onde o oxigênio falta aos pulmões. Dizem que é a pista mais alta das américas. Para chegar lá, pegamos a "Imperial Express Superchair", felizes com o visual. De rebarba, ainda havia uns malucos fazendo extreme, do alto de uns "chutes", pulando pedras, como nos filmes.
Chegando no topo, alegria. Fotografias, cumprimentos, com se tivéssemos superado um grande obstáculo. No segundo momento, cullo cerrado, porque toda a área é doble black diamond, exceto por uma saída de emergência, uma pistinha azul. Depois de fazermos umas três descidas nesse trecho, que possui um lifting próprio, cortamos para o back side da montanha para pegar um big bowl. Eu para variar um pouco, dei uma amarelada, porque, além de ter que pegar uma trilha muito estreita, não dava para saber o que viria pela frente, exceto a certeza de que havia muitas pedras. Somente uns quatro minutos após a saída do Léo e do Jonny, depois de muita reflexão, resolvi encarar. Percorri a trilha, que nem era tão longa, chegando na cabeça do bowl, parecido com a "La garganta", de Bariloche, mas muito maior, com várias faces para descida. Era meio sinistro, especiamente porque a neve não estava powder e a descida era bem íngreme. Mas descemos mesmo assim. Eu e Léo por um lado, e o Jonny por outro. Rolou até uma filmadinha para não dizer que é história de pescador. Passada a adrenalina, fomos para o pico 7. Muito bom. As pistas são rápidas e parecem um tobogã. Era muito legal ver aqueles doidos descerem a mil voando nos desníveis. Eu, vez ou outra, quando conseguia dar uma reduzina na velocidade antes de uns desses degraus, e arriscava tirar a prancha uns 10 centímetros do chão, o que não chega a ser um jump. Voltando para a base do Pico 8, paramos no restaurante para comer algo, dar uma descançada e assistir aos doidos voadores no snow park principal, gigante, com um big half pipe, e saltos inacreditáveis. Ainda faltava o Pico 10. E lá fomos nós. Já era tarde e a estação fecharia às 4:00. Para migrar de um pico para outro temos que fazer tipo um zig zag: subir um lifiting e descer em diagonal, cortando para o lado. Como estava no caminho, resolvemos dar uma passadinha no nosso snow park small, o reservado para os pregos. O pico 10 também é bem legal, mas não foi boa idéia ir lá no final da tarde, porque as pistas ficam completamente sombreadas. Voltaremos lá pela manhã do próximo dia em Breck. Depois disso tudo, de ter rodado a montanha toda, canjão e jantar, num italiano aqui perto, que serve macarrão de primeira, numa bacia. Com um dia desses, dá até saudades do pessoal do trabalho.... rs rs rs rs. Quarta-feira, 24 de Janeiro de 20075º dia - KeystoneNo dia da chegada, fomos a Keystone de noite para experimentar o esqui noturno. como achamos que a montanha era muito legal, decidimos que ela merecia uma visita em um outro dia.
Keystone é um pouco diferente das montanhas daqui. Ela cresce para trás, enquanto as outras crescem para os lados, com exceção de Vail, que depois de não ter como se expandir lateralmente, passou a invadir os back bowl, e depois, o Blue Sky Basin. A vantagem é que andar em Keystone é muito fácil. Mais um dia de sol. Logo ao chegar, o Johnny ouviu dizer que era melhor ir para o último pico, o Outback, pois, pela manhã, só lá bate sol. Esquiar na sombra nem pensar. Rumo ao fundão, subimos o pico principal, descemos pela face de trás, subimos o segundo pico, o North Peak, descemos pela face de trás, e, finalmente, subimos o dito cujo. Parece longe? Parece não, é. As pistas em Keystone são rápidas. Nosso aquecimento foi em pistas azuis rápidas, quase como as vermelhas do cone sul. Lá no Outback Peak há um passeio muito legal, o snowcat, um trator de neve com uma caçamba para levar os doidos para o cume da montanha, sem acesso por lifting, para quem quer descer os south ou os North bows. É muito legal, tirando os cinco dólares cash pela carona. A descida é bem legal, especialmente para quem consegue andar numa valinha bem estreita, cercada por árvores, o que não é o meu caso, que acabei por levar diversas vacas. Pena que não havia muito powder, mas deu pro gasto. Na sequência, andamos no pico do meio, o North Peak, e depois fomos para o snowpark, tentar uns saltos. Felizmente consegui vencer o meu super medo de pular, e tenho arriscado levar umas vacas nos jumps, muito embora minha bunda se lamente por isso. Infelizmente, o snowpark pequeno de Keystone é maior do que o de Breck, o que foi péssimo para mim, quero dizer, para a minha bunda.... kkkk. Como em Keystone há o esqui noturno de quarta a domingo, aproveitamos para esticar o dia até às 18:30, só por teimosia, porque o corpo já pedia descanço. Pípou Sexta-feira, 26 de Janeiro de 20077º dia - Saideira em BreckE a viagem chega ao fim para mim, para o Paulo, o Wander e o Leo. Apenas o afortunado Johnny continua no Colorado desfrutando de sua neve de altíssima qualidade.
Hoje encerramos a temporada aqui mesmo em Breck, apesar de inicialmente termos planejado uma nova visita em Vail, para conhecer a outra metade da montanha. Mas não tem problema, já temos um pretexto para voltarmos. O último dia estava ensolarado, assim como toda a semana. Um brinde a montanha. Apesar de insistirmos em quebrar uns ossos, terminamos todos bem, salvo por umas dores aqui, uns hematomas ali. Só quem não gostou nada da viagem foi a minha já apertada conta bancária. Não posso dizer que minha esposa adore minhas viagens, embora haja quem insista em afirmar que ela inclusive paga a minha passagem só para se livrar de mim por uma semana, mas ela me apóia, ainda que relutante, sem dúvida alguma. O foco do dia, para mim, Leo e Johnny foi treinar uns pulos no snowpark, mas não esquecemos de dar umas voltinhas na montanha para aquecer e nos despedirmos. Estou conseguindo dar uns bons pulos (segundo o meu referencial de qualidade, que pode não é lá muito rigoroso...), ainda que pareçam medíocres, especialmente aqui, onde todo mundo anda bem para cacete. Me aguardem, que ano que vem vou tentar um 180º. Paulo e Wander foram tentar umas pretas, só para poder esbanjar em Las Leñas em setembro!!! Engraçado é que o Paulo comprou um rádio novo de 18 milhas.... mas nem assim ele lembrou de tirá-lo da mochila para ouvir nossos chamados. Findo o dia, como era a nossa saideira, fomos jantar num restaurante legal: Koeshua, especializado em steaks (bife nos EUA é carne assada). Comi filé de bufalo: gostoso, mas nada de muito diferente do boi. Bebemos vinho, quatro garrafas, se não me engano. Eu só paguei por uma, porque não dá para acompanhar esses alcóolatras. O Paulo, o Wander e o Leo são enófilos de primeiríssma linha. Conheciam todas as uvas da Califórnia. Para fechar, fomos ver um show de uma banda cover do AC - DC, composta por mulheres, digamos assim, não muito femininas. Mas fazer cover nos EUA é coisa séria. Elas tocavam para cacete. A Angus(a) Young imitava os solos, o balançar da cabeça, os trejeitos, a careta.... Tudo igualzinho. Idem para a Bonn(a) Scot, que cantava para cacete. Só o Johnny não foi, porque foi barrado no baile!!! Vou ficando por aqui, com a certeza do dever cumprido. Cada temporada tento fazer um up grade, melhorar em algum ponto específico. Estou realizado com os meus super jumps de 30 centímetros. Agora é manter o contato com meus novos amigos, Leo e Wander, e marcar um chopinho para ver as fotos e vídeos. E contar as mentiras.... Desculpem-me pelos erros de português. Não é fácil escrever de noite, exausto, depois de esquiar muitos quilometros no dia. Pípou Sábado, 27 de Janeiro de 20078º dia: O grupo se desfazHoje o Pipou, Paulo, Wander e Leo voltaram para casa. VALEU, GALERA !!! Terça-feira, 30 de Janeiro de 2007Já de volta, escrevo pela primeira vez no blog da snowtrip. É que lá, ficamos tanto tempo na montanha e conhecendo os lugares, que não sobrou tempo pra relatar o que tinha acontecido horas antes. Quarta-feira, 31 de Janeiro de 200712º dia: POWDER EVERYWERE !!!!!Depois de estar nevando desde ontem à noite, quando acordei hoje os carros no estacionamento estavam cobertos de neve. Saí pra Breck já com a neve batendo no meio da bota. Quando cheguei na montanha não deu outra: POWDER DAY !!!!! Sexta-feira, 02 de Fevereiro de 200714º dia: Frio demais!Hoje o frio estava absurdo. Pela manha a previsao do tempo ja dava uma ideia, dizendo que estaria "artic cold". Fui para Breck e foi isso mesmo, parecia que eu estava na Antartica (ou Artico, pois em termos de temperatura tanto faz). Dessa vez nao dei bobeira e vesti quase todas as roupas disponiveis, mascara e gorro por baixo do capacete. Dicas para o ColoradoAbaixo umas dicas bem legais que recebi do amigo Alex. Vale anotar para seguir o circuito. ------------------------------ Links interessantesMapa interativo da cidade muito bom, dá pra encontrar qualquer coisa:
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