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Snowtrip Chapelco 2007

Nossos amigos Pípou e Nekko viajaram para Chapelco em Julho. Como não podia deixar de ser, Pípou fez os seus já famosos relatos de viagem para o SnowAdventures.

Have fun!
 

Domingo, 15 de Julho de 2007

Preparativos

Pessoal,

Dia 21 de julho embarco, com minha esposa e oito amigos, para San Martin de los Andes para uma semana de ESQUINAVEIA.
À esquerda, foto tirada em 2006 de um dos 7 lagos entre Bariloche e San Martin de los Andes.

As espectativas são as melhores possíveis. É a primeira viagem da Claudinha (a patroa), e estou torcendo para que ela goste, assim vou poder contar com sua companhia em minhas futuras viagens. Espero que todos se contaminem com o snow vírus!!!

O Nekko vai levar os filhos, Luizinha e Luizinho (quisera eu ter um pai esquiador quando criança...). A Ana Cláudia, uma amiga de muitos anos, vai levar a irmã, a Ângela. Além disso, uma colega do trabalho, a Patrícia, vai com o marido, o Antônio Pedro e o filho, o Pedrinho, aquele do banheiro... rsrsrs. Vai ser uma trip família!

A excitação é grande. As previsões de tempo são das melhores. Estamos hoje com quase um metro de neve na base e muito powder. Temos também uma nova silla quádruple desemgradable na Italianos, o que vai melhorar muito o fluxo de pessoas. Só o snow park é que, ao parece, não se confirmará.

O desafio esse ano é vencer a La Palla, o que implica conseguir subir naquele palito da Filo, que leva ao Cerro Escalonado. De resto, é cair para o Cerro Teta e descer pela Cañadon, para brincar de pipe na vala.

Mas não nos esqueçamos do bife de chorizo, dos chocolates, dos sorvetes, do crema de hongos e de sacanear os hermanos pela vitória do Brasil na Copa América.

Quinta-feira, 19 de Julho de 2007

Tá chegando a hora!

Amigos!

A mala está pronta... ou quase.
Tirei o mofo da roupa. Dei um trato na prancha. Remendei a bota (literalmente). Carreguei os radinhos e a bateria da câmera fotográfica. Tudo em cima, só falta o vaucher...
Aluízio, cadê o vaucher????

À esquerda, foto da pista Cañadon (2006).

A pesquisa está em dia. Venho acompanhando os reports a semana toda.


* Snow-forecast: sábado vai estar muito frio (-6ºc), o freezing level desceu para 950 m (bom!!!), tem nevado um pouco.

* Info do site de Chapelco (que não são muito boas, o que pode ser bom, pois a tendência é melhorar): 60 cm de neve na base (estava um metro na segunda); vento forte no cumbre, o que tem deixado a parte alta da montanha fechada; neve ice (arg!).

* outras fontes: nada de snowpark (droga!)

Todo mundo do grupo na pilha. Vai bombar!

Sexta-feira, 20 de Julho de 2007

O embarque é amanhã

Galera!

Esse é o relato do camarada Anderle:
Na foto, ao fundo, o vulcão Lanin (2006)!


"Tamu aqui em Chapelco. Snowtrip 2007, 17 cabeças ali de Floripa. Galera, a semana tá demais. Segunda-feira pegamos altos powder no out. Nevou uns 3 a 4cm. A montanha tá com uns 75cm na base e 1,5 no top. Terça a neve ainda tava muito boa. Ontem começou a gelar, mas hj... hj.... nevou arregado o dia inteiro!!!! Powder all afternoon!!! Demais. Las tablas e slalom tavam fechadas. A cadeirinha quádrupla na italiana tá muito boa. Rapidinha e sem fila. O pessoal que alugou as pranchas pagou 30 pesos por dia. Os bosques hj tava lindos... tudo branquinho!! Pista vazia e o fora de pista tava uma doriana!!!! Heheheheheh. Tá nevando hj e vai nevar mais amanhã. Seguinte, para quem tá em dúvida em Chapelco, pode vir. Tá demais!!! Ente Las Lenas, Valle, Colorado, Chillan, Pucon, Chapelco, Catedral, Bayo, fico com Chapelco e Las Lenas. Falow e... vai continuar nevando... e PRONTO!!"

Domingo, 22 de Julho de 2007

Caos Aéreo

Ao lado, foto de nossa torturosa espera nos saguões dos aeroportos brasileiros. Eu arrumei logo um jeito de descansar. Peguei uma caixa de papelão do Duty Free e fiz o carrinho de trono.

Nossa viagem, em resumo:

Fizemos o check in às 9:00 h, do dia 21/07, no Galeão, decolamos para Sampa às 17:30, chegamos no hotel (Maksoud Plaza da Av. Paulista, tudo pago pela Gol Contra!!!) às 21:00, porque cancelaram o voô para Bariloche. No dia seguinte, fomos para Garulhos às 6:30, com previsão de embarque às 9:00, decolamos às 14:30 (sem almocar), pousamos em San Carlos de Bariloche às 17:30, pegamos o transfer, chegamos em San Martin às 21:30 e fomos direto para o Ku comer um bife de chorizo. O Marrentino havia feito reservas. Mas a vontade era de dormir.

Foi horrível vivenciar aquilo que só víamos nos telejornais. É ridículo.

Segunda-feira, 23 de Julho de 2007

1º dia de esqui em Chapelco

Depois de uma viagem conturbada e cansativa, acordar segunda-feira de manhã não foi fácil. O despertador tocava e a vontade era de jogá-lo pela janela. Mas a montanha nos chamava!

O primeiro dia de viagem é sempre uma confusão. Alugar roupa e equipamento, retirar o passe, tudo isso leva tempo. A propósito, o modelito que a Ana Cláudia e a Ângela escolheram estava um arraso. Jaspion deve ter morrido de inveja... rsrsrs. Às 11:30 estávamos chegando ao Cerro Chapelco. Antes tarde do que mais tarde.

Antônio Pedro sumiu. Alias, acho que ele deve ter um problema com o relógio. O Nekko foi andar com os filhos. Eu fui tentar dar uma aulinha de esqui introdutória para a Claudinha e para as meninas. Aquela coisinha básica. Aprender a apertar as botas, colocar os esquis no pé, parar na montanha na perpendicular, fazer a cunha... E olha que minha experiência nos esquis se resume a meros 5 dias em 2001. Às 14:00 elas foram para a escolinha ralar. Elas vão fazer o pacote de 3 dias de aula coletiva, 263 pesos por cabeça. É caro, mas vale muito a pena.

Como me restou pouco tempo, fui andar sem comer nada. A neve estava ótima. Powder geral. O sol, salvo por alguns instantes, não deu as caras, ao contrário do que o Nekko relatou. A visibilidade não estava grandes coisas, o que prejudica a percepção da profundidade, mas ainda assim a parte alta da montanha ficou aberta por algum tempo.

Neva muito. E, surpreendentemente, a neve está leve e seca. Chegamos em casa secos. Nem precisamos botar as botas, luvas e roupas para secar. Quase deu para esquecer o perrenhe da viagem.

À noite nem sai para comer. Estava indisposto, com dor de cabeça (de fome?), febril, com um pouco de insolação. Claudinha fez um macarrão à bolonheza e pronto, fomos dormir.

Notícias de Chapelco

Caraca!!!!!! Ainda bem que não desisti da viagem.... tá muito maneiro aqui!!!!! Tá nevando há 10 dias... tudo com neve, hoje fez um daqueles dias de snow... neve powder, todos os meios de elevação funcionando, o sol deu as caras e esquiamos muitooooooo..... amanhã vi ser showwwwwwww!!!

Abs e bjos!!!
Nekko (Muito felizzzzz... rsrsrs)

Terça-feira, 24 de Julho de 2007

2º dia de esqui em Chapelco

Hoje acordamos descansados. Ontem, eu e o Nekko nem saímos para jantar. Estávamos pregados.

Chegamos na montanha por volta de 10:00. Havia nevado de noite. Tivemos pela frente mais um dia de powder. Mesmo durante o dia nevava, pouco, mas o suficiente para cobrir as trilhas dos esquiadores. O vento hoje é que nao deu descanso. O Filo e a Teta ficaram fechados quase todo o tempo.

O Antônio Pedro sumiu de novo. No final da tarde ouvi ele no rádio procurando pelo Pedrinho, que também tinha sumido. Amanhã vou tentar achá-los na montanha, só para conferir.

As meninas treinaram no curralzinho pela manhã. À tarde voltaram para a escolinha, numa classe abaixo da iniciante, por recomendação do Tomás, o professor carrasco do dia anterior, que fez questão de dizer que não queria mais dar aula para elas. Com o novo professor, o Gonzalo, elas evoluiram muito, tanto que a Luizinha achou que elas poderiam descer o caminito verde. Isso era coisa de 16:30. Às 18:30 elas chegaram na base, caminhando, com os esquis nas costas....

Grata surpresa ter encontrado o Maurício, o colega do forum. Andamos juntos um bocado, até que o levamos lá para a vala, do final da Cañadon. Acho que ele ficou um pouco preocupado no primeiro momento, mas, uma vez superado o cullo cerrado inicial, foi só alegria. A Vala estava puro powder. Era tanta neve que chegava a atrapalhar (brincadeirinha...).

O snow park estava fechado. Pelo visto, deve ser como o do ano passado, duas rampinhas, dois rails e um meio-half. O Maurício agradeceu por não precisar arriscar uns tombos. Amanhã vamos conferir e tentar não quebrar nada.

Todas as descidas estavam bem servidas pelo powderzinho lateral, permitindo pequenas investidas no bosque, contornando uma ou duas árvores, porque não somos malucos. Chato são as inevitáveis encalhadas, porque não somos professionais.

E amanhã tem mais!!!

Quarta-feira, 25 de Julho de 2007

3º dia de esqui em Chapelco

Ventou muito o dia inteiro. O Cerro Teta ficou fechada o dia todo. Da parte alta da montanha, só o Filo abriu ocasionalmente. A silla Rancho Grande, a nova quádruple, que só abriu às 12:30, andou lenta boa parte do dia. As filas, portanto, ficaram enormes e desorganizadas, no bom estilo latino americano.

Aproveitamos, então, para ir ao snowpark, modesto, com um salto pequeno, dois rails e um meio half-pipe. Demos 4 jumps, porque nao é fácil ter que caminhar até a cabeceira, montanha acima, para cada nova tentativa. O Nekko saltou bem. Eu cai no primeiro, enganei no segundo, e acertei os dois últimos. Ainda falta perder o medo e deixar a prancha embalar. A velocidade é sua amiga, lembre-se disso. O Marrentino se quebrou todo!

As meninas fizeram a última aula com o professor e projeto de galã, Gonzalo. Dessa vez conseguiram descer o caminito, passando pelo restaurante El Balcón, onde almoçaremos um vacio amanhã. Estão até mesmo arriscando um zig zag na 63. Fiquei orgulhoso da Claudinha, minha esposa na versão esquiadora.

O Antônio Pedro e a Patrícia continuaram sumidos... O Pedrinho, que levou um jeitão para o esqui, sumiu de novo, porque não tem paciência de acompanhar os seus pais. Mas ele sempre aparece: menino inteligente e gostou do esporte. Essa é a família fantasma!

Encontrei o Cláaudio, da Overtravel, com a filhinha. Gente fina. Depois, topei com o Maurício, meu colega do forum, que estava orgulhoso por ter levado a esposa na Italianos, e demos mais um rolé. É também o meu sonho de consumo.

À noite fizemos uma macarronada aqui na cabana e nos divertimos bastante, animados por algumas botellas de vino. Amanhã comemoraremos meu anversário no Paihuen, um restaurante alucinante, no começo do caminho para o Cerro, com vista para o mar, digo para o lago.

Quinta-feira, 26 de Julho de 2007

4º dia de esqui em Chapelco

Hoje foi nosso pior dia na montanha. Depois de três dias de powder, ainda que com vento, um dia de ice, muito vento e filas, especialmente de manhã. Até a Silla Rancho Grande, a nova quádruple, estava parada, ou funcionando lentamente. Com boa parte da montanha fechada, a espera era grande. Só depois das 14:00 é que a neve ficou melhor e o vento deu um descanso.

Fomos então para o snowpark arriscar uns saltos. Como logo depois o palito se habilitou, pegamos a travessia da Pradera, e, com uma pequena caminhada, fomos fazer a vala, na continuacão da Cañadon, que estava com ótima condição de neve. Lá pelas 15:00, a Teta (silla Mallin) abriu. Fomos então eu e o Marrentino percorrer a Pradera del Puma. Sem querer, pegamos um caminho errado e caímos numa pista alucinante, a Del Patrulla (ao lado da Norte), bem íngreme, e que estava com um bom powder. O Neco se rendeu à pressão do Luizinho e não subiu. Perdeu a melhor descida da temporada. Alucinante, nas palavras e no sotaque do Marrentino.

As meninas hoje estavam preguisosas e quiseram descer mais cedo para fazer umas comprinhas na cidade. Estavam tristes, porque as aulas com o Gonzalo haviam acabado. Até a Luizinha, ou seria melhor dizer: especialmente a Lulu, que não fez aula, estava triste.

O Antônio Pedro, vulgo Apê, continuou na aula com a Patrícia, mas o Pedrinho, nosso sósia do Shaun White, só pensava em dar uma fugida e detonar geral.

À noite fomos comemorar o meu aniversário no Paihuen (foto ao lado). Sensacional o lugar. Muito chique. Bem diferente dos pés sujos que costumo freqüentar. A comida, os vinhos, e os precos, que nao eram caros. Alguns optaram pela degustação de 5 pratos e cinco vinhos (90 pesos). Outros pediram a la carte. O que importa é a companhia e as fotos. O Cláudio deu o ar da graça. Pena que o Maurício não conseguiu ler a tempo o recado no forum.





Sexta-feira, 27 de Julho de 2007

5º dia de esqui em Chapelco

Enfim desligaram o ventilador super-fan Tabajara. A montanha ficou toda aberta o dia todo. A neve não estava 100%, mas depois das 11:00 já dava para andar.

Como era o último dia, não dava para perder tempo. Eu queria muito que a minha mulher e as meninas fossem ao snowpark ver agente dar uns jumps. Para isso, elas teriam que estar em condições de fazer o caminito de acesso, que é azul, e, o mais difícil, desembarcar da Silla Graef, cuja chegada não é suave como a nova quádruple (Rancho Grande). Para isso, coloquei as três para ficar rodando non stop na Silla 63, para treinar o desembarque e perder o medo de fazer curva. Deu certo. Fizemos o prévio reconhecimento do caminho e vimos que ele estava nevado, o que facilitaria o acesso. Subimos, eu e o Neco, na frente, descalçamos as pranchas, e ficamos a postos, do lado da saída da Graef, para caso de precisar ajudá-las. A Ana Cláudia, coitadinha, perdeu um dos pés do esqui na subida, e teve que desembarcar capenga, mas até que se saiu muito bem. Infelizmente não podemos dizer o mesmo do cara que ele derrubou na saída!!! Claudinha e Ângela não tiveram problemas técnicos e tiraram de letra. Fomos então para o Park, sem traumas. O Pedrinho largou os pais, o Tony Peter e a Pat Chica, e foi conosco. Grande responsabilidade, porque o moleque não tem medo de nada. Até quis pular. Fiquei orgulhoso de ver a patroa e as meninas andando direitinho, na cunha, fazendo as curvinhas. Meu primeiro salto saiu direitinho, mas o segundo... deixa pra lá. Acho que foi a pressão da torcida!!! O Neco fechou a seqüência com 100%. O Luizinho amarelou e não quis pular. Grande bobagem, porque ele já tá pulando direitinho os morrinhos e desníveis da pista. Mas tudo ao seu tempo, não?

Saindo do Park, deixamos as meninas no 1600, que queriam procurar o Gonzalo, para que pudessem se despedir, especialmente a Luizinha, que suspirava ao ouvir o seu nome: o amor é lindo...rsrs. É fato que a fama de corno me acompanhou a viagem toda, mas tenho certeza de que foram só boatos maldosos da galera.... rsrsrs. Aliais, pelo que ouvi do Gonzalo, recomendo a todos, inclusive aos muito ciumentos, especialmente a todas as mulheres carentes e desamparadas que queiram dar seus primeiros passos no esqui. Ele é muito paciente e atencioso. Fujam do Tomás, aquele que rebaixou as meninas de turma, que não tem a menor condição de dar aulas a iniciantes.

Subimos para o 1700 para pegar o palito e descer na Vala. O Luizinho estava amarillo, mas fizemos grande pressão e ele acabou indo. Conclusão: gostou tanto que queria voltar. Aí foi fácil convencê-lo a subir a Silla Mallin para o Cerro Teta, e descer a Cañadon. Conclusão: gostou tanto que queria voltar. Logo depois se juntaram a nós o Marrentino (Marcelo, o nosso Cláudio), o Cláudio e um colega dele. Pode até ser que desse contado do Cláudio com o Marrentino saia algum projeto conjunto.

Mas o dia estava acabando, e preferimos ir à Pradera del Puma, e tentar a Del Patrulla, mas a neve estava meio dura e a pista cheia de bumps. Preferimos descer pela Del Mocho, ou seria a Basaltos? Fiquei na dúvida. Fiquei feliz de ver o Luizinho andando nas double black, vencendo esses desafios da montanha. Lembrei de uma colega do trabalho que me disse ter ficado contentíssima de ter ido à Pradera na sua primeira (e única) temporada há alguns anos atrás, o que foi realmente uma grande proeza. Deve ser a mesma sensação do primeiro jump. O bom de ir a Pradera del Puma é poder fazer o downhill da Panamericana... e vencer o tobogã, é claro, não é mesmo Neco???? rsrsrs.

À noite, a Claudinha, com a cumplicidade de todos e contando com a minha ingenuidade, preparou uma festinha de aniversário surpresa na cabana, com velinha no bolo (não as 40, que ocupariam muito espaço), bolinhas que a Luizinha enchia como os suspiros de cada lembrança do Gonzalo, chapeuzinho, canapés, cervejinha.... Fiquei surpreso e emocionado. Me enganaram direitinho.

Ao lado, foto da festa surpresa, com bolinho, chapeuzinho, etc. Só faltou a língua de sogra!

Após, fomos fazer as malas, porque no sábado, às 6:00 hs da manha, nosso a toda prova motorista oficial e dublê de guia turístico, galã de novela mexicana e comediante, o Jorge, grande figura, nos pegaria de van para nossa última etapa: passeio pelo centro de Bariloche, almoço no Boliche do Alberto (carneiro e bife de chorizo inigualáveis), e o regresso, se é que o nosso vôo da Gol se confirmaria.

Sábado, 28 de Julho de 2007

Despedida de Chapelco

Sábado de manhã acordamos muito cedo, para poder chegar em Bariloche cedo, a tempo de fazer alguma coisa. Antônio Pedro e Patrícia foram votos vencidos. Eles queriam dormir mais um pouco.

A las 6:00 em punto, Jorge, nosso motorista, estacionou a van na pousada. Estava tudo escuro, além de muito frio. Embarcamos, sem atraso, e seguimos pela rodovia, todos dormindo, ou tentando dormir.

Em Bariloche, cada um foi para um lado. Eu fui procurar umas botas novas, que acabei não comprando, pq estava caríssimas. Aproveitei para bater ponto no supermercado e comprar meio quilo de hongos secos, salmão defumado e umas garrafas de vinho. As meninas querem ver a loja da Puma, que faz muito sucesso, mesmo fora de promoção.

E não podíamos deixar de tirar umas fotos no Centro Cívico e dar uma olhada nos São Bernardos dopados que tiram fotos com a turistada.

O almoço foi no tradicional Boliche do Alberto: sensacional para variar, apesar da coroa ser durona com as mesas e a Patrícia ter derrubado (ela jura que foi sem querer) vinho na Claudinha.

Fomos para o Aeroporto e tivemos uma ejaculação precoce, nas palavras do Gabeira. O atraso foi só de 3 horas. O pior foi quando chegamos em São Paulo, já que a tripulação anunciou que não poderia seguir para o Rio em razão do excesso de horas voadas naquele dia. Mas isso não foi problema para agente, porque nós tínhamos a Patrícia no nosso lado, nossa Pat Chica, que nos liderou em um motim: a revolta dos passageiros. Foi tanta confusão, gritaria, que eles acabaram por nos levar para casa, com medo que fóssemos destruir o avião, já que nos recusamos a descer para o saguão de embarque.

Bem, ficou a saudade de uma semana fantástica, apesar do vento e da Gol. Todos adoraram, o que foi um surpresa, porque, tirando eu, o Nekko e as crianças, todos tinham ido dar uma esquiadinha sem compromisso e queriam tirar um ou dois dias para passear pela região. Conclusão: todos esquiaram todos os dias e, quando acabou, ficaram com gosto de quero mais, achando que foi pouco tempo. É o snowvírus fazendo novas vítimas....

Pípou

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